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A poucos momentos de chegar a meu destino – Rivet City – fui abordado por uma surpresa das Wastelands. Um grupo de três mercenários me abordou. Queriam saber se eu era o “herói” recém-saído do Vaul 101. Eu não era bem um herói (no último episódio narrei a mionha escolha de seguir um caminho mais neutro), mas ainda assim eles insistiram. Infelizmente tive que aposentar a carreira de assassinos profissionais dos três, fato que serviu apenas para que eu me sentisse um verdadeiro vilão badass de westerns americanos, só que com armas laser. No inventário de um dos mercenários encontrei uma anotação com meu nome e descrição, colocando minha cabeça a prêmio. Quem quer que tisesse ordenado isso, não tinha seu nome escrito no papel.

Cheguei então a Rivet City. Fui abordado pelo chefe de segurança para que eu declarasse minhas intenções na cidade. Quando falei do meu pai, ele logo me mandou procurar a pesquisadora da cidade, que havia estado com ele.

Para minha total falta de surpresa, novamente meu pai já havia saído da cidade. Conversei com Dr. Li, a pesquisadora que havia trabalhado com meu pai no Project Purity, um utópico projeto que queria levar água potável aos quatro cantos radioativos da Wasteland.

Dr. Li disse que não podia me ajudar, mas que se eu quisesse saber mais sobre meu pai, deveria ir ao antigo laboratório do Project Purity, onde provavelmente eu acharia mais informações. Antes, porém, passei no mercado de Rivet City, onde conheci a verdadeira cara da cidade. Vendedores de armas agressivos, disputas políticas por lugares no Conselho, mães desnaturadas, paixões impóssíveis, escravos foragidos e vendedores de escravos procurando escravos foragidos. A diversidade é incrível, mas narrar todas elas seria apenas fugir do propósito do diário.

Sem nem mesmo parar pra descansar, tomei rumo em direção ao laboratório. Era uma instalação grande, dentro do Memorial Thomas Jefferson, no coração da ex-Washinton DC. Muitos super mutants guardavam a entrada, mas a essa altura eles não representavam ennhum desafio para mim. No descer das escadas, o memorial virava laboratório, chegando na instalação principal do projeto. Um grande recipiente d’água e uma série de painéis eletrônicos, aparentemente fora de funcionamento.

Numa das salas da parte interna do laboratório, parecia estar o espaço de trabalho do meu pai. Espalhadas na escrivaninha, em meio a anotações antigas, uma série de fitas de áudio gravadas, uma espécie de diário das experiências do projeto. Mas também haviam gravações pessoais dele.

Depois de algum tempo ouvindo a hiostória do projeto, descobri que quando ele começou a enfrentar dificuldades, a Brotherhood of Steel ameaçou abondonar os postos onde davam proteção aos cientistas. E a gota d’água para meu pai foi a notícia da gravidez da minha mãe. Mais obscuras ainda são os fatos que descobri sobre sua morte e meu nascimento, coisas que não acho que devam ser colocadas nesse diário e que só devem ser sabidas por quem as experimenta diretamente.

Voltei para Rivet City, decepcionado com meu pai por me ter escondido meu próprio passado, mas com a curiosidade atiçada e a vontade de encontrá-lo triplicada. Mas o que eu iria dizer e o que iria fazer quando isso acontecesse, nem eu sabia.