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Melhor campanha co-op? Nada de Borderlands ou Uncharted 2, é Goof Troop!

Nos últimos meses, desde que comecei a ler e escrever sobre tecnologia com mais frequência, sempre me deparo com questões polêmicas sobre videogames. Às vezes, uma boa forma de discutir sobre o assunto é comparar os jogos aos filmes, que carregam semelhanças: ambos são artes áudiovisuais, sofreram de preconceito no início de sua formação e são relativamente novos em relação às outras mídias.

Pensando sobre isso, um dia, reparei que o produto do Cinema, o filme, é guardado para sempre, seja em forma de negativo, fita K-7, dvd ou blu-ray. As conversões, em sua maioria são assessíveis, e as plataformas para execução de filmes são muitas. É muito barato para a classe média de hoje comprar um aparelho de DVD. E mesmo o brasileiro médio tem acesso a toneladas de blockbusters por dia, na SBT, Globo, e outros canais de merda.

Isso tudo é o que os videogames não possuem, seja aqui ou no exterior: acessibilidade e facilidade de reprodução. Não ser acessível é uma questão mercadológica, uma área da qual eu entendo menos que nada. Mas a facilidade de reprodução é uma coisa que deveria ser mais fácil, mas acaba sendo complicada.

Os filmes da década de 70 pra trás são facilmente encontrados em dvd, ou no mínimo convertidos de outra mídia. Mas um jogo clássico da década de 80/90 é difícil de ser rodado nos aparelhos de hoje em dia.

Já pararam pra pensar nisso? Não só somos refens de três tipos de consoles, como também não podemos aproveitar jogos antigos se não tivermos o console da época. Nem sempre os consoles possuem compatibilidade com todos os jogos das gerações passadas. Sem falar em consoles como Dreamcast que possui ótimos jogos. Mas e se seu Dreamcast der algum defeito? E se o seu cachorro morder o cd do seu Shenmue e ele parar de funcionar?

Enquanto você se desespera com essas dúvidas, um mesmo filme pode ser rodado em 300 aparelhos de DVD, de 300 marcas diferentes, independente de quando ou por qual empresa foi lançado.

Dependemos também da boa vontade das próprias empresas de cada console para publicar os retrogames nas suas respectivas lojas virtuais. Isso é bem legal, não existia nada como isso antigamente. Seja Wii-ware, XBL Arcade, ou as não tão fartas opções de clássicos na PSN… mas será que é o suficiente?

Esse problema, penso eu, deveria ser melhor analisado pelos gamers. Temos que exigir maior acessibilidade aos clássicos, ou mesmo aos jogos de gerações passadas. Exigir retrocompatibilidade é o mínimo. Precisamos também que as lojas virtuais sejam cada vez mais completas. Mas se não houver demanda, dificilmente as gigantes dos videogames terão o trabalho de organizar isso. Será mais um acessório que eles cortarão para diminuir o preço do investimento e aumentar seus lucros.

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Não, não desisti do blog! Desistir jamais. Foi apenas uma breve pausa para terminar afazeres de fim de ano. Férias mesmo só agora, 3 dias antes do Natal!

Inclusive abri a caixa de texto para esse post sem ao menos saber sobre o que eu ia escrever! Mas de todos os temas que ficam borbulhando na minha reles mente, um que me deixa particularmente puto me pareceu ideal para uma discussão.

Eu sei que é só uma expressão. Não quero dar uma de inspetor de colégio e fazer sermão, sou muito novo pra essas coisas! Mas me preocupa a possibilidade de existir gente por aí que realmente acha que inclusão digital seria a culpada da idiotice acumulada na internet.

Acho que tem dois argumentos pra matar a opinião de quem acredita nisso.

O usuário em si, que não conhece internet, FATALMENTE vai fazer alguma merda. Isso é fato, não posso discordar. Isso também acaba gerando muitas pérolas, e eu também rio delas. Eis um pequeno exemplo que me fez praticamente cuspir o pâncreas de tanto rir: http://www.youtube.com/watch?v=7UqaLQMWhh8

Depois da crise de riso de assistir o vídeo várias algumas vezes, parei para analisar friamente. O cara não fez mal pra ninguém! Visivelmente ele não entendeu qual é a do YouTube, já que o usou como se fosse um telefone. Mas a intenção dele era boa, e por mais que tenha falhado miseravelmente em se comunicar com Daniela, ele não causou mal para a comunidade internética. Porque não tinha más intenções.

Dani. Escuta, Dani. Oh, Dani. Tá?

Dani. Escuta, Dani. Oh, Dani. Tá?

O que quero dizer é que não é o fato do cara ser recentemente incluído no

mundo digital que vai tornar ele um câncer para a Comunidade. Ele pode ser um câncer mesmo se nasceu grudado a um computador. O que define isso é o grau de escrotice do inf

eliz, não a intimidade que ele tem com o cyberespaço!

Outro argumento que pra mim é crucial: Se você está na internet só porque não tem nada pra fazer, e pra você internet se resume a MSN e Orkut, ótimo, pode vomitar asneiras o quanto quiser! Mas pra quem acha que internet significa algo mais relevante, que é um meio revolucionário de se comunicar, é uma contradição desejar que determinadas pessoas não se incluam nessa rede! A internet só vai conseguir nos livrar da tirania da TV e de outras mídias atrasadas quando MUITA gente estiver conectada, e isso inclui qualquer um. Leva tempo para uma pessoa entender um veículo tão veloz e que evolui a cada segundo.

Mas enquanto eles não entendem, não custa nada rir um pouquinho 😀

Pode parecer, mas eu não vou dar uma de malandro e dizer que TV HD não é melhor. É melhor sim, e ponto. Rapá!

E não só do ponto de vista consmuista da coisa. Temos que por uma coisa na cabeça: o modelo de vida que levamos hoje é baseado no consumo. Não dá pra fugir disso! Mesmo se você for um  ermitão que vive no mato, você vai ter sua vida pautada pelo Deus Mercado. E isso também não é o fim do mundo, as coisas já foram piores. Há alguns séculos você poderia ser condenado a morrer queimado depois de ter seus olhos arrancados, tudo porque desrespeitou a vontade de Deus.

O problema é que, como o consumo pauta nossa vida, os produtos viraram quase tesouros. Quem que compra uma TV nova, ou um videogame, um celular, e não fica todo bobo quando ele chega? Achando aquilo uma maravilha? Pois é… e quem já sentiu isso e percebeu que acabou 2 semanas depois?

Eu acabei achando a solução para esse pequeno problema que aflige (ou não) as pessoas. Ok, não é uma solução, mas é alguma coisa: a partir de agora não compro mais nada só por comprar. Pode parecer óbvio, mas se você parar pra pensar, quanta coisa a gente compra e nunca usa?

Acho que fugi um pouco das TVs. Mas tem tudo a ver, por que a grande tristeza desse problema é que, provavelmente, se não existissem os americanos gordos que compram 2 TVs por ano simplesmente pelo fato de serem novas, esse modelo nunca se sustentaria. Ou seja, a tecnologia de hoje só é possível por que tem gente comprando comprando comprando, desperdiçando, desprediçando e comprando mais. Será?

Isso é deprimente…

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